quiçá

quinta-feira

Sombra

Sorrateiro no descompasso
Na parede
No chão
Sempre grudado como quem quer um abraço
A vontade contínua que nunca aparece
O preto em único ponto no clarão

Não se cheira
Não se toca
Só se vê
E a visão só vê aquela silhueta
Que repete os passos de quem a controla, em vão.
Postado por Gabriel Cardoso às 10:50

2 comentários:

Ferreira, Lai disse...

então.

25 de março de 2010 às 17:24
TonyEspósito disse...

muito bom , cara!

26 de março de 2010 às 08:18

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